Quem foi Déa Maiorana, mulher paraense que ajudou a construir a comunicação na Amazônia

  • 01/05/2026
(Foto: Reprodução)
Morre Dona Déa Maiorana, presidente do Grupo Liberal Lucidéa Batista Maiorana, "Dona Déa", presidente do Grupo Liberal que morreu nesta quinta-feira (30) aos 91 anos, deixa um legado como mulher paraense que teve um papel fundamental na construção da comunicação na Amazônia. Nascida em 10 de maio de 1934, em Monte Alegre, cidade a mais de mil quilômetros de Belém, no oeste do Pará, Déa teve uma infância marcada por desafios. De origem humilde, chegou a viver parte dos primeiros anos em um orfanato. A paraense morreu em São Paulo, onde recebia cuidados médicos. A causa da morte não foi divulgada pela família. O velório ocorre a partir das 11h desta sexta-feira (1º), no Cemitério e Horto da Paz, na rua Horto da Paz, número 191, em Itapecerica da Serra. Papel na comunicação paraense Lucidéa Maiorana Arquivo Pessoal Ao lado de Romulo, com quem teve sete filhos, Déa foi peça fundamental no desenvolvimento da comunicação no Pará. Em 1966, o casal adquiriu o jornal O Liberal prestes a fechar as operações. Déa e Romulo transformaram o impresso em um dos veículos mais influentes do país. Em 1976, Déa participou da fundação da TV Liberal, afiliada Globo no Pará inaugurada em 27 de abril daquele ano, consolidando a presença da família no setor. ✅ Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Ainda adolescente, Déa mudou para Belém para morar com a avó, fase em que a vida tomaria um novo rumo ao conhecer o jornalista e empresário Romulo Maiorana, que era vizinho dela. Com a morte do marido em 1986, Dona Déa assumiu a presidência das empresas. Sob o comando dela, o grupo enfrentou os desafios da modernização tecnológica. Ela acompanhou a trajetória empresarial e participou de momentos decisivos para a modernização da imprensa no estado. Mulher da arte, da cultura e da fé Para além do mundo corporativo, a paraense deixa o incentivo à educação e às artes. Déa foi uma das principais entusiastas do projeto Arte Pará, criado em 1982, uma plataforma de fomento, mapeamento e difusão da produção artística da Amazônia que promove diálogo nacional e visibilidade para artistas locais. A fé católica da paraense também se traduziu em ações de impacto social. No início dos anos 2000, ajudou a criar o Instituto Criança Vida, focado no atendimento de jovens em vulnerabilidade. Pela dedicação ao estado, Déa recebeu honrarias como o grau de comendador da Ordem ao Mérito Grão-Pará e a Ordem ao Mérito da Assembleia Legislativa. O legado de Dona Déa permanece vivo nas instituições que ajudou a fundar e na memória de uma sociedade que a viu transformar dificuldades pessoais em um pilar de desenvolvimento para o Pará. VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.

FONTE: https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2026/05/01/quem-foi-dea-maiorana-mulher-paraense-que-ajudou-a-construir-a-comunicacao-na-amazonia.ghtml


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